natureza
Vale a pena ver a animação em Flash "A Escala do Universo", feita por Fotoshop (não é o programa, é o apelido do autor) e publicada na NewGrouds.com.
Usando as características vetoriais do Flash, o cara colocou lado-a-lado as maiores e menores coisas do universo. Pode-se então "viajar" pelas escalas do universo indo de 1x10-35 a 9.3x1026 movendo as teclas direcionais do teclado.
Para entender melhor, digamos que pode-se visualizar coisas do tamanho de 0,00000000000000000000000000000000001 metros (tamanho do Plank) indo até 930.000.000.000.000.000.000.000.000 metros (o tamanho estimado do universo).
A minha parte favorita são das menores coisas do universo, quando se navega pelo "nada" durante um bom tempo até chegar a escala de Plank, onde o autor diz: "Qualquer coisa menor que isso não tem sentido físico". Muito bom!
Mas seria coincidência que a maioria dos objetos familiares que ilustram a animação são aqueles que fazem parte do nosso tamanho ou os que podemos ver no céu a olho nu? Claro que não. As teorias físicas sugerem um incrível nível de complexidade ao nível da espuma quântica, e muito mais pode estar acontecendo entre a espuma quântica e quarks, e entre quarks e hádrons, e assim por diante.
Há literalmente um universo inteiro para se descobrir. Temos quase 60 potências de dez de um mundo muito real para explorar cientificamente. É quase inacreditável que tais complexidades podem caber dentro da cabeça de uma pessoa medindo algumas dezenas de centímetros.
Como Carl Sagan dizia: "Recently we've waded a little way out, and the water seems inviting".
Só faltou incluir uma coisa nesse gráfico: O tamanho dos nosso problemas. Em que posição você colocaria os seus?

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